O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou, nesta segunda-feira (12/10), que a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE preste “informações técnicas com máxima urgência” acerca do canal de WhastApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
O ministro pede que a assessoria informe “se identificou a circulação de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes àqueles examinados nestes autos, inclusive em outros canais e plataformas digitais, bem como eventual atuação coordenada destinada à sua disseminação”.
Nunes Marques havia determinado a derrubada do canal nesse domingo (11/10), mas uma decisão do corregedor-geral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o funcionamento e determinou que o caso deve ser analisado no plenário da Corte.

Entenda o caso no TSE
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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pediu ao TSE a derrubada do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado por Janones.
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A ação caiu na mão do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que pediu no sábado (10/10) que as partes prestassem informações sobre o caso.
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Cueva determinou que Lula, Janones e Alckmin, acusados no processo, apresentassem defesa em 5 dias, e deu 72 horas para que a campanha de Flávio detalhe as irregularidades alegadas sobre as publicações no canal.
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Nunes Marques, em outro processo, determinou a suspensão do canal de WhatsApp, proibindo o ingresso de novos membros e envios de novas mensagens.
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Cueva, que além de ministro é corregedor-geral do TSE, suspendeu a decisão de Nunes Marques, reestabeleceu o funcionamento do “Exército do Lula” e determinou que o plenário analise o caso.




























































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